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XPML11, HGLG11, BTLG11, PVBI11 e mais 5 FIIs: veja as notícias da semana sobre os fundos imobiliários

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A seguir, apresentamos as últimas notícias referente aos fundos imobiliários (FIIs) recomendados na Empiricus.

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BTLG11: o BTG Pactual Logística comunicou o encerramento da sua 13ª emissão de cotas, no qual foi captado R$ 1,5 bilhão por meio da subscrição de 14,8 milhões de cotas, equivalentes ao montante alvo e lote adicional. Diante do excesso de demanda, houve rateio de 91,45%.

HGCR11/HGLG11/HGPO11: a CSHG comunicou que o CADE aprovou a venda da gestora para o Pátria, nos termos do contrato firmado em dezembro do último ano. Para concluir a transação, serão convocadas assembleias gerais extraordinárias em cada um dos fundos, dentro dos próximos 30 dias, para deliberar sobre o processo.

PVBI11: no gerencial referente ao mês de janeiro, o fundo celebrou um contrato de locação típico com a companhia Monte Bravo para ocupar 613 metros quadrados no The One, reduzindo para 7,5% a vacância física do portfólio. 

Ademais, o FII informou que não recebeu o aluguel de um dos locatários referentes ao mês de dezembro, que representa 5% da sua receita imobiliária. Em janeiro, a gestão reportou novos casos de inadimplência, o que impactou a distribuição do fundo em R$ 0,04 por cota.

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Por fim, o PVBI11 comunicou a captação de R$ 751 milhões no âmbito da sua 6ª emissão de cotas.

RCRB11: o fundo formalizou a locação de 280 metros quadrados do Ed. Bravo! Paulista para ocupação da loja 1 pela Kopenhagen. O contrato possui duração de 5 anos e conta mecanismo de aviso prévio de 180 dias para rescisão antecipada, além de carência de 3 meses de aluguel. Após o período de carência, é esperado um incremento de R$ 0,01 por cota na receita mensal do fundo. Com a locação, a ocupação da área própria do imóvel sobe para 80,6% e a vacância física do portfólio cai para 5,3%.

TEPP11: o Tellus Properties comunicou que foram superadas as condições precedentes para a alienação do edifício São Luiz. Dito isso, o fundo já recebeu R$ 90,3 milhões a título de sinal, sendo que parte do valor recebido será utilizado para o pré-pagamento de parte da alavancagem do FII, o que deve reduzir o seu loan to value (LTV) de 10,2% para 7,6%. Segundo a gestão, o recebimento do sinal resultará em ganho de capital de R$ 3,34 por cota.

XPML11: o XP Malls comunicou a assinatura de memorando de entendimentos (MOU) vinculante para a aquisição de parte do portfólio de shoppings da SYN Prop & Tech (SYNE3), baseado em 6 ativos. O valor total da transação é de R$ 1,85 bilhão, sendo que R$ 300 milhões já foram pagos no momento da assinatura do MOU e o restante será pago de forma parcelada após a formalização do contrato de compra e venda.

Baseado nos dados disponibilizados no fato relevante, o NOI caixa projetado para os próximos 12 meses é de R$ 12 milhões para o portfólio adquirido, o que gera um cap rate em torno de 8% para a transação, sendo que o indicador deve atingir o patamar de dois dígitos no primeiro ano, devido ao parcelamento da compra. A aquisição do portfólio equivale a R$ 15,2 mil por metro quadrado.

LEIA TAMBÉM: Veja neste relatório gratuito quais são os 5 fundos imobiliários recomendados pelo analista Caio Araujo para comprar em março.

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