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Restrições do Conselho Monetário Nacional a títulos da renda fixa provoca corrida por debêntures isentas; Analista Laís Costa recomenda quatro

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Imagem: Unsplash

Na última segunda-feira (05), o volume de negociações no mercado secundário de debêntures incentivadas chegou a quadruplicar, indo de R$ 600 milhões para 2,5 bilhões, segundo pesquisa do Banco ABC Brasil.

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E qual seria o motivo por trás da corrida pelos papéis? Explico: uma “tempestade perfeita” que se formou nos últimos meses em torno do segmento da renda fixa.

O primeiro fator que explica essa corrida está nas novas regras impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) às emissões de títulos da renda fixa como CRI, CRA, LCI, LCA e LIG.

A medida do CMN estabeleceu que apenas empresas do setor do agronegócio e imobiliário podem emitir CRIs, CRas e mudou o prazo e o lastro das LCIs, LCAs e LIGs, de bancos.

Fato é que a resolução trouxe para o mercado a perspectiva de redução da oferta de títulos da renda fixa já nos próximos meses, incluindo, em sua grande maioria, os títulos isentos de Imposto de Renda.

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Embora as novas regras sejam o pivô dessa corrida, existem outros motivos por trás da reação do mercado e do alto volume de compras desses papéis.

A ‘tempestade perfeita’: entenda quais são os principais motivos por trás da corrida pelas debêntures incentivadas

Para os especialistas, existem uma série de eventos em cadeia que criaram o cenário perfeito para o enorme volume de compra dos papéis agora.

A começar pela taxação dos fundos fechados exclusivos dos investidores “super ricos”. Com o avanço da discussão, esses investidores passaram a direcionar seus investimentos a opções isentas de I.R.

Ou seja, houve um aumento na procura por títulos isentos de I.R, como é o caso das debêntures incentivadas e das LCI/LCA e dos CRI/CRA.

Após isso, o governo lançou uma nova modalidade de debênture de infraestrutura, que visa trazer mais benefícios tributários aos emissores dos papéis.

A nova modalidade assustou os investidores com a possibilidade de “concorrência”  com as debêntures incentivadas.

Mas na prática, isso é pouco provável de acontecer, visto que esse título é mais atrativo aos investidores institucionais, que já são taxados de qualquer forma e estão em busca de uma rentabilidade mais elevada.

E por último, entram as novas limitações impostas pelo CMN, que trarão uma redução nos títulos isentos ofertados na renda fixa, deixando boa parte dos investidores com menos opções.

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Grandes gestoras antecipam compra de debêntures incentivadas por causa de escassez futura; veja como fazer o mesmo

Diante desse cenário, a reação das grandes gestoras foi de se antecipar na compra de uma categoria isenta de I.R que não deve sofrer: as debêntures incentivadas.

Com a redução dos títulos como CRI, CRA, LCI, LCA e LIG, essa classe de investidores logo tratou de garantir sua “fatia no bolo”.

Bom, imagino que agora você deva estar se perguntando: como o investidor pessoa física, no caso você, também pode começar a se antecipar e não perder a chance de investir nesses títulos?

Conheça a carteira de crédito privada com as melhores debêntures incentivadas para investir no momento

A resposta para essa pergunta pode ser mais simples do que você imagina.

Isso porque, todo mês a analista Lais Costa, da Empiricus Research, uma empresa do grupo BTG Pactual, recomenda uma carteira de crédito privada “recheada” de debêntures incentivadas.

O objetivo da carteira é mostrar ao investidor como ele pode ter um portfólio variado, abrangendo diferentes setores, mas sem precisar abrir mão de uma boa rentabilidade dentro da categoria.

Caso você tenha se interessado em acessar a carteira, eu tenho uma boa notícia para você.

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Lembrando: você não gasta um real sequer em todo esse processo, mas pode ter muito a ganhar com as recomendações da analista. Aproveite!

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